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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Dura realidade

Está morta a menina Fiorentina? Sonho de final italiana ficou distante (EFE)
Os últimos meses foram de euforia para os fãs do futebol italiano nas competições europeias. Pudera, o futebol do país é o de melhor desempenho nesta temporada, considerando todas as federações europeias. No entanto, na partida de ida das semifinais da Liga Europa, as equipes da Bota não seguiram o exemplo da Juventus na Liga dos Campeões e saíram em desvantagem em seus confrontos. Acompanhe o resumo das partidas entre Sevilla e Fiorentina e Napoli e Dnipro.

Sevilla 3-0 Fiorentina
O torcedor da Fiorentina lamenta até agora o gol que Mati Fernández perdeu aos 18 da primeira etapa. Sozinho na pequena área, o chileno recebeu cruzamento de Joaquín, mas tocou, incrivelmente, para fora. Fosse ele, a missão viola seria um pouco mais fácil para a partida da volta. Àquela altura, o Sevilla vencia apenas por 1 a 0, e o empate italiano teria modificado toda a história do confronto. O gol de Vidal, minutos antes foi a primeira chance de gol espanhola, aproveitando a bobeira defensiva, que deixou o meia livre na entrada da área.
Gómez e Salah também tiveram a chance de balançar as redes sevilhanas ainda na primeira etapa, quando a Fiorentina não apenas jogou como também foi melhor. Surpresa na escalação e aposta de Montella, Badelj foi peça fundamental, errando uma bola fácil no meio campo, culminando no segundo gol de Vidal, o segundo do Sevilla. Neto tentou adivinhar o canto do chute do espanhol e acabou levando um gol bobo.

A Fiorentina desmoronou. E para piorar, ainda levou o terceiro, anotado por Gameiro, em seu primeiro toque na bola, e com participação novamente de Vidal – parece que o nome de um juventino não soa bem pelos lados de Florença. Montella ainda crê, e não podia ser diferente. Mas, o atual campeão da Liga Europa tem a classificação na mão, podendo perder por até dois gols de diferença para chegar à final. Será muito difícil termos final italiana no torneio. (Caio Dellagiustina)

Napoli 1-1 Dnipro
O presidente do Napoli, Aurelio De Laurentiis, soltou os cachorros no pós-jogo: chamou a Liga Europa de inútil, disse que o presidente da Uefa, Michel Platini, quer os partenopei fora da competição e que ele colocou seis árbitros ruins e sem poder de decisão em uma semifinal de campeonato. Os napolitanos têm muito a reclamar mesmo. Não só da arbitragem, porém.

O gol de Seleznyov aos 81 minutos realmente calou o San Paolo, pois o Dnipro não jogou bem na Itália. O tento, depois de um cruzamento de Fedetskiy, foi claramente irregular. No primeiro lance, Bezus, em impedimento, tentou desviar e não conseguiu. Na sequência, o atacante que veio do banco, à frente do último zagueiro, chutou fora do alcance de Andújar, na primeira vez que tocou na bola no jogo. O goleiro e os zagueiros napolitanos reclamaram bastante. Não surtiu efeito.

Nos 80 minutos anteriores, o Napoli comandou o jogo. Insigne iniciou os trabalhos com um chutaço de longa distância, que parou na trave direita. Hamsík e Higuaín jogaram demais, aliás. Só que o time da casa também tem de lamentar as chances perdidas. Aqui, é necessário enaltecer a grande partida do goleiro do Dnipro, Boyko. Hamsík criou uma oportunidade clara que Insigne não concluiu corretamente. Em três finalizações de dentro da área, Boyko salvou todas de Higuaín. A última, quando o argentino deixou Cheberyachko no chão, foi grandiosa. O tento único saiu da cabeça de Diego López, depois de escanteio de Insigne. Com o 1 a 1 em casa, para avançar o Napoli vai precisar de uma vitória ou de um empate por dois ou mais gols em Kiev. (Murillo Moret)

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