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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Os 11 jogadores que vestiram as camisas dos três gigantes do futebol italiano

Antes de Bonucci, Vieira e Ibrahimovic foram dois dos últimos a completarem passagem pelo trio (The Sun)
O grupo é seletíssimo. Afinal, atuar por Inter, Juventus e Milan não é para qualquer um. Até hoje, dia em que Leonardo Bonucci assina pelos rossoneri, apenas 10 jogadores haviam conseguido tal proeza. Quase todos os que formam a lista são atacantes – algo natural, pois historicamente jogadores ofensivos acabam tendo mais destaque e valor de mercado. Somente três dos antecessores de Bonucci não atuavam nesta posição e Leonardo é o primeiro zagueiro a integrar o time, formado por muitos craques.

No início da história futebolística na Itália não era tão incomum que houvesse trocas entre os times de Milão e Turim – embora fosse difícil que um jogador atuasse pelo trio ao longo de sua carreira. Foi somente com o passar dos anos e com a conquista de uma penca de títulos que Inter, Juve e Milan se estabeleceram como manda-chuvas do futebol da Velha Bota. Luigi Cevenini foi o primeiro a ter a chance de defender os três clubes, nos anos 1920, e dois outros jogadores fariam o mesmo nos anos 1940. Somente após quase cinco décadas, em 1991, um quarto atleta completaria este ciclo. Depois dele, só craques de gabarito mundial tiveram a mesma honra. Confira a lista e, através de um breve perfil, saiba como foram as passagens de todos os jogadores que vestiram as camisas dos gigantes da Itália.

Luigi Cevenini


Posição: atacante
Passagens: Inter (1912-15, 1919-21 e 1922-27), Juventus (1927-30) e Milan (1911-12 e 1915-19)

A família Cevenini foi uma das mais importantes do futebol italiano no início do século XX. Os cinco irmãos, fotografados acima, foram jogadores de futebol e passaram tanto pelo Milan quanto pela Inter. Luigi, conhecido como Cevenini III (ao centro da imagem), foi o melhor do quinteto e também o único que chegou também a defender o branco e preto da Juventus. Atacante veloz e prolífico, Zizì teve, como toda sua família, maior identificação com a Inter: ele faturou um scudetto e também se tornou o quinto maior artilheiro do clube, com 158 gols anotados.

Cevenini III, que ainda disputou 29 partidas e marcou 11 vezes pela seleção da Itália, fez poucos jogos pelo Milan: o motivo foi a I Guerra Mundial, que paralisou o Campeonato Italiano e acontecia na maior parte do tempo em que defendeu os rossoneri. O atacante de longa carreira (aposentou-se aos 43 anos) acertou com a Juve quando tinha 32 anos e, após se tornar o primeiro a vestir as três camisas, teve uma digna passagem pelo clube. Na Velha Senhora, Zizì fez 69 partidas e balançou as redes 22 vezes, tendo seu último destaque em nível nacional.



Posição: atacante
Passagens: Inter (1927-40 e 1946-47), Juventus (1942-43) e Milan (1940-42)

Meazza (à esquerda na foto) é sinônimo de Inter. Afinal, o craque começou e terminou sua trajetória futebolística na Internazionale, que defendeu ao longo de 15 temporadas. Um dos maiores jogadores da história do futebol italiano, Peppìn foi bicampeão do mundo pela Nazionale, sendo o grande jogador da equipe nas duas Copas que disputou. Em uma época em que não havia grandes torneios internacionais de clubes, ganhou três scudetti e foi autor de 245 gols pelos nerazzurri. Além de maior artilheiro da história da Inter, Meazza balançou as redes 33 vezes pela Squadra Azzurra e só foi superado por Luigi Riva, 40 anos depois, como maior goleador da seleção.

Atacante na maior parte da carreira, mas meia em algumas ocasiões, o bon vivant milanês não teve tanto sucesso assim no Milan e na Juventus. A queda de rendimento não se deu por falta de profissionalismo, mas por sequelas de seguidas lesões, que diminuíram o fluxo sanguíneo em seu pé esquerdo. Depois de passar um ano inteiro parado na Inter, ele trocou de lado em Milão, mas não fez muitas partidas e realizou somente nove gols em duas temporadas. Em 1942, Meazza assinou com a Juve e contribuiu com 10 gols para o ataque mais prolífico da Serie A naquela temporada, mas a II Guerra Mundial apareceu para brecar sua recuperação. Após defender Varese e Atalanta, Peppìn voltou à Inter e encerrou sua carreira em 1947.

Enrico Candiani


Posição: meia-atacante 
Passagens: Inter (1938-46), Juventus (1946-47) e Milan (1949-50)

Embora nunca tenha vestido a camisa da Nazionale, Candiani foi importante para o futebol italiano da década de 1940. Valoroso meio-campista e atacante canhoto, ele costumava atuar bem aberto pelo lado esquerdo do gramado, mas fazia seus gols. Por exemplo, foi o único jogador a converter quatro tentos em uma mesma partida contra o Grande Torino e também é um dos 100 maiores goleadores da história da Serie A, com 80 gols anotados. Candiani ainda deixou sua marca 10 vezes no Derby della Madonnina: sete pela Inter e três pelo Milan.

Enrico nasceu em Busto Arsizio, nas cercanias de Milão, e após ser revelado pela Pro Patria, estreou profissionalmente pela Inter, clube pelo qual ganhou um scudetto e uma Coppa Italia. Depois de oito anos na equipe nerazzurra, Candiani se transferiu para a Juventus e marcou 15 gols na campanha do vice-campeonato, em 1946-47, mas não ficou mais tempo no Piemonte. O coração falou mais alto e o meia-atacante optou por assinar com a Pro Patria, que estreava na Serie A: após contribuir para duas permanências na elite, Enrico voltou à capital da Lombardia e, por um ano, foi uma peça de apoio no Milan de Gunnar Gren, Nils Liedholm e Gunnar Nordahl.



Posição: atacante 
Passagens: Inter (1977-78, 1981-82, 1983-84, 1985 e 1987-91), Juventus (1985-87) e Milan (1982-83 e 1991-93)

Serena foi um centroavante bastante requisitado nos anos 1980, mas é lembrado mais pelo seu currículo do que pelos feitos dentro de campo. O atacante faz parte de alguns seletos grupos do futebol italiano: além de ser um dos únicos a terem passado por Inter, Juve e Milan, somente ele e Christian Vieri atuaram pelos dois times de Milão e pelos dois times de Turim. Aldo Serena também é um dos cinco jogadores que venceram scudetti com três camisas diferentes, mas é o único que faturou as taças pelos gigantes.

Centroavante trombador e ótimo no jogo aéreo, Serena chegou à Inter muito cedo e demorou para se firmar no time. Foi emprestado diversas vezes – inclusive ao Milan, quando o time disputou a Serie B, em 1982-83 – e, fora dos planos dos nerazzurri, foi usado como moeda de troca com a Juventus para que a equipe de Milão chegasse ao meia Marco Tardelli. Na Velha Senhora, deslanchou e, além de ser campeão mundial, contribuiu para o título italiano em 1986. Recomprado pela Inter, em 1987, Serena foi titular durante quatro anos, mas se destacou mesmo na impecável campanha do time em 1988-89, quando foi artilheiro da Serie A, com 22 gols, e foi um dos grandes nomes do scudetto dos recordes – além disso, conquistou uma Copa Uefa e uma Supercopa Italiana. Em 1991, voltou ao Milan para compor elenco, mas recheou ainda mais seu currículo, participando da conquista de mais dois scudetti e de uma Supercopa.



Posição: meia-atacante
Passagens: Inter (1998-2000), Juventus (1990-95) e Milan (1995-97)

Um dos maiores craques da história do futebol, Baggio nunca conseguiu se manter durante muito tempo em uma equipe. As exceções foram Fiorentina, Juventus e Brescia: permaneceu por cinco anos nos dois primeiros e por quatro no último. Com personalidade controversa, Robi rendeu menos nos clubes do que o que era capaz: seu temperamento explosivo e a predileção pelo talento individual em lugar do jogo coletivo fizeram com que o Divin Codino frequentemente brigasse com seus treinadores, não fosse tão utilizado e, assim, tivesse algumas portas fechadas. De qualquer forma, Baggio é o sétimo maior goleador da Serie A, com 207 tentos anotados.

O auge da carreira do fantasista vêneto aconteceu com a camisa da Juventus, clube pelo qual ostentou a faixa de capitão e ainda marcou 115 gols – 78 deles na Serie A. Em Turim, ele ainda venceu um scudetto, uma Coppa Italia e uma Copa Uefa, além de prêmios de melhor jogador do mundo pela Fifa e pela France Football (1993). Cedido ao Milan em 1995, para dar espaço ao crescimento de Alessandro Del Piero, Baggio viveu bons e maus momentos em San Siro: foi campeão italiano, mas também chegou a ser reserva de Christophe Dugarry e entrou em atritos com Arrigo Sacchi e Fabio Capello. Baggio precisou jogar no Bologna para ter chances de ir à Copa do Mundo de 1998 e, após fazer uma temporada incrível, teve a chance de jogar na Inter. Na Beneamata, nova frustração: os nerazzurri tinham certo favoritismo, mas a desorganização do clube e a lesão de Ronaldo impediram voos maiores e que o tridente com o Fenômeno e Vieri pudesse sair do papel. Depois de dois anos em Appiano Gentile, o craque se transferiu para o Brescia e viveu uma nova juventude, até se aposentar, em 2004.

Edgar Davids


Posição: volante 
Passagens: Inter (2004-05), Juventus (1997-2004) e Milan (1996-97)

O pitbull Davids começou e terminou sua passagem pelo futebol italiano em Milão, mas foi em Turim que teve grandes atuações. O holandês já havia sido campeão holandês, europeu e mundial pelo Ajax quando assinou gratuitamente com o Milan, em 1996, mas não se firmou com a camisa rossonera: quebrou a perna pouco após sua chegada e, com o preparo físico comprometido, não foi bem nas 19 partidas que realizou pelo clube. Melhor para a Juventus, que fez uma proposta pelo volante e, por cerca de 6 milhões de euros, conseguiu contratar um jogador que seria peça fundamental por quase uma década.

Nas sete temporadas em que vestiu a camisa da Velha Senhora, Edgar Davids pode usar sua força física e tenacidade, aliada à técnica, para atuar como meio-campista defensivo ou mais aberto pelo lado esquerdo. A melhor fase de sua carreira aconteceu sob o comando do técnico Marcello Lippi: nestes anos, foi bicampeão da Serie A e vice da Liga dos Campeões. No entanto, o relacionamento com o treinador ruiu e, após dissidências com o comandante, Davids deixou a Juve em janeiro de 2004. Após seis meses emprestado ao Barcelona, o holandês foi contratado pela Inter, mas não conseguiu atuar em alto nível: apesar do título da Coppa Italia, o volante jogou apenas 23 vezes e não marcou nenhum gol na temporada. Foi cedido gratuitamente ao Tottenham, ao fim da temporada.



Posição: atacante
Passagens: Inter (1999-2005), Juventus (1996-97) e Milan (2005-06)

Goleador nato, Christian Vieri foi uma espécie de cigano da bola: vestiu 13 camisas em sua carreira. Como esteve quase sempre em alto nível, pode fazer parte dos elencos dos três gigantes da Itália – além de ter jogado também por Torino, Fiorentina, Lazio e Sampdoria. Apesar da extensa lista de equipes que defendeu, Bobo foi ídolo mesmo da torcida da Inter: defendeu a Beneamata por seis temporadas, com 123 gols marcados, e é um dos 10 maiores artilheiros do clube. Apesar disso, seu único título pelos nerazzurri foi uma Coppa Italia, em 2005.

Porém, antes de atuar pela Internazionale, Vieri já havia conquistado um título importante: com a Juventus, faturou o scudetto, pela única vez na carreira. Ainda jovem, o atacante marcou oito gols na temporada 1996-97 e foi artilheiro da equipe campeã, ao lado de Michele Padovano e Alessandro Del Piero, além de ter ficado com o vice da Liga dos Campeões. Bobo não permaneceu na Velha Senhora porque havia abundância de atacantes no elenco e o Atlético de Madrid apareceu com uma proposta irrecusável. Após fazer sucesso na Espanha e na Lazio, Vieri teve seu já citado auge na Inter, mas deixou a equipe com muita polêmica. O jogador rescindiu seu contrato e ainda abriu um processo contra o presidente Massimo Moratti, alegando que foi espionado através de escutas telefônicas feitas pelo clube; para completar, assinou com o rival Milan. Bobo, no entanto, continuou no coração dos interistas, até porque teve uma péssima passagem pelos rossoneri e, seis meses depois, se transferiu para o Monaco.



Posição: volante
Passagens: Inter (2006-10), Juventus (2005-06) e Milan (1995-96)

Até 2005 parecia loucura imaginar que Vieira faria parte dessa lista. O francês de origem senegalesa teve uma passagem-relâmpago pelo Milan no início da carreira e, vendido ao Arsenal, tinha se consolidado como um dos pilares dos Gunners. No entanto, ele voltaria ao futebol italiano quando a Juventus desembolsou cerca de 15 milhões de euros para contratá-lo junto ao time londrino, em 2005. Com isso, Vieira teria a chance de conquistar mais um scudetto, já que ele fez parte do elenco rossonero que foi campeão italiano em 1995-96 – na ocasião, fez somente dois jogos na Serie A.

A reestreia na Serie A foi muito boa e o francês fez uma dupla de meio-campo muito sólida com o brasileiro Emerson. Os dois, inclusive, foram pontos fortes de uma Juve com força defensiva impressionante e que ficaria com o título italiano, com apenas duas derrotas. Porém, a Velha Senhora teria o feito cassado por envolvimento no Calciopoli, foi punida com o rebaixamento e teve de se desfazer de alguns jogadores – entre os quais, Vieira. A Inter se aproveitou da oportunidade de mercado e adquiriu o titular da seleção francesa, que rapidamente se tornou peça importante do time que estabeleceria a soberania no futebol do Belpaese entre 2006 e 2010. Jogando quase sempre como titular, Vieira conquistou um tricampeonato nacional e duas Supercopas Italianas pelos nerazzurri, até se transferir para o Manchester City em janeiro de 2010.

Zlatan Ibrahimovic 


Posição: atacante
Passagens: Inter (2006-09), Juventus (2004-06) e Milan (2010-12)

Alto, forte, veloz e habilidoso, Ibrahimovic é um dos atacantes mais completos do século. Na Itália, sua contratação foi sinônimo de título por muitos anos: autor de muitos gols, Zlatan venceu todas as Serie A que disputou entre 2004 e 2011. Foram seis ao todo, duas delas revogadas, por causa do escândalo de manipulação de resultados que levou a Juventus à Serie B. Primeiro, o jogador se destacou com golaços – e muitos cartões bobos – na Juventus. Depois, após o rebaixamento da Velha Senhora, partiu para a Inter, onde chegou a seu auge e conquistou três títulos italianos, liderando uma equipe que, no entanto, não era forte em nível continental.

A decepção na Liga dos Campeões fez com que Ibra trocasse Milão por Barcelona, mas ele certamente se arrependeu desta escolha. Os desentendimentos com Pep Guardiola e a má adaptação ao estilo de jogo blaugrana o levaram de volta à Itália, dessa vez para o Milan. Zlatan foi o grande nome da última equipe vencedora montada pelo presidente Silvio Berlusconi: o sueco mais uma vez foi decisivo em um campeonato nacional (foi artilheiro da Serie A, com 28 gols) e levantou um scudetto novamente. A fragilidade rossonera na Liga dos Campeões e a crise financeira do clube, porém, foram obstáculos para que ele permanecesse na Bota e Ibra foi vendido a peso de ouro para o Paris Saint-Germain.

Andrea Pirlo


Posição: meio-campista
Passagens: Inter (1998-99 e 2000-01), Juventus (2011-15) e Milan (2001-11)

Até hoje os interistas se ressentem quando precisam assumir que Pirlo já passou pelo clube. Muito mal aproveitado em La Pinetina, o classudo regista foi contratado junto ao Brescia quando ainda tinha 19 anos e atuava mais avançado no meio-campo. Os treinadores da Inter no período, no entanto, não perceberam o potencial daquele jovem, que foi emprestado ao próprio Brescia e à Reggina e poucas vezes foi utilizado pelos nerazzurri. Em um negócio que mais tarde entraria na lista dos mais surreais da história do futebol, Pirlo foi trocado pelo croata Drazen Brncic e uma soma em dinheiro e acabou no Milan. Ao encontrar o técnico Carlo Ancelotti, Pirlo deu o salto de qualidade em sua carreira.

O lombardo foi transformado por Don Carlo em regista: recuado em campo, usufruiu de sua enorme visão de jogo e de seu senso tático e passou a construir o jogo em uma posição mais confortável para seu estilo de jogo. Peça fundamental de um Milan multicampeão – faturou todos os títulos nacionais e também Liga dos Campeões, Mundial Interclubes e Supercopa Uefa –,  Pirlo recebeu apelidos lisonjeiros, como Professor, Arquiteto ou Mozart e se tornou um dos maiores jogadores da história da Itália. Após 10 anos como protagonista no Milan, Andrea acabou descartado por Massimiliano Allegri e se transferiu gratuitamente para a Juventus, clube em que também foi ídolo. Pirlo foi central para os primeiros quatro títulos da dinastia vencedora atual da Velha Senhora e ainda conseguiu alcançar o recorde de maior número de gols de falta na Serie A: são 28, ao lado de Sinisa Mihajlovic.

Leonardo Bonucci


Posição: zagueiro
Passagens: Inter (2005-07), Juventus (2010-17) e Milan (2017-?)

Agora é a sua vez, Bonucci. O zagueirão foi descoberto pela Inter na pequena Viterbese, aos 18 anos e concluiu sua formação nas categorias de base dos nerazzurri. Em Milão, venceu dois títulos pela equipe juvenil e, graças às boas atuações na equipe sub-19, recebeu de Roberto Mancini as primeiras oportunidades como profissional: chegou a disputar uma partida da Serie A em 2005-06 e três na Coppa Italia de 2006-07. Depois disso, Leonardo foi emprestado a Treviso e Pisa, na Serie B, até ser vendido ao Genoa, na negociação que levou Diego Milito e Thiago Motta à Internazionale. Os genoveses, porém, o revenderam imediatamente ao Bari. Foi exatamente no clube apuliano que Bonucci explodiu e começou a ser considerado como um dos grandes talentos de sua geração.

Após participar da Copa do Mundo de 2010, o defensor foi adquirido pela Juventus, em uma transação que não agradou muito aos torcedores – à época, Andrea Ranocchia era mais badalado. Apesar de um começo ruim no Piemonte, Bonucci evoluiu muito (tanto em termos técnicos quanto em posicionamento tático) e, ao lado de Andrea Barzagli e Giorgio Chiellini, formou um dos trios defensivos mais importantes do futebol europeu e da história bianconera. Sob o comando de Antonio Conte e Max Allegri, Bonucci chegou ao auge e se transformou em um dos pilares do inédito hexacampeonato juventino. A. O custo de 40 milhões pode até parecer alto para um jogador de 30 anos, mas o atleta está no melhor momento de sua carreira e tem tudo para devolver o Milan à condição de protagonista na Itália e na Europa.

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